— Direito de Família · Mogi das Cruzes e Alto Tietê

Guarda e Convivência em Mogi das Cruzes

Guarda compartilhada, calendário de convivência, férias, mudança de cidade ou alteração da guarda: construímos soluções que colocam o interesse dos filhos em primeiro lugar e reduzem o conflito entre os pais.

— O problema

Sem regras claras, os filhos ficam no meio do conflito

Depois da separação, a falta de definição sobre guarda e convivência costuma gerar desencontros, discussões sobre datas e decisões tomadas por um só dos pais. Quem mais sofre com isso são as crianças.

A lei estabelece a guarda compartilhada como regra (art. 1.584, § 2º, do Código Civil), com divisão equilibrada do tempo e das responsabilidades. Um plano de convivência bem construído previne a maior parte dos conflitos.

— Os serviços

Como atuamos na guarda e convivência

Cada caso tem uma ferramenta própria. Estas são as mais frequentes.

— 01

Guarda compartilhada

Responsabilidade conjunta sobre as decisões da vida dos filhos.

  • Definição da residência de referência
  • Divisão das decisões sobre escola e saúde
  • Acordo homologado ou decisão judicial
— 02

Plano de convivência

Calendário detalhado de convivência.

  • Finais de semana, feriados e datas especiais
  • Férias escolares e viagens
  • Convivência à distância e por vídeo
— 03

Alteração de guarda

Quando a situação dos filhos exige mudança.

  • Descumprimento reiterado do acordo
  • Mudança de cidade de um dos pais
  • Situações de risco à criança
— 04

Proteção da criança

Medidas quando há situações graves.

  • Atos de alienação parental (Lei 12.318/2010)
  • Violência doméstica e medidas protetivas
  • Estudo psicossocial e acompanhamento

Sempre que possível, priorizamos a mediação e o acordo, inclusive no CEJUSC, porque soluções construídas pelos pais tendem a ser mais duradouras.

— Por onde começar

Documentos que ajudam no diagnóstico

Das partes

  • Certidão de nascimento dos filhos
  • Decisão ou acordo anterior, se houver
  • Comprovantes de endereço

Da rotina dos filhos

  • Matrícula e horários escolares
  • Acompanhamento médico e terapias
  • Atividades extracurriculares

Da convivência

  • Mensagens trocadas entre os pais
  • Registros de descumprimentos
  • Relatórios escolares ou de profissionais

Registrar a rotina e as ocorrências com objetividade ajuda muito na construção de um acordo ou na prova em juízo.

— Uma situação frequente

Um dos pais quer mudar de cidade com os filhos

A mudança de domicílio afeta diretamente a convivência com o outro genitor. Em regra, ela deve ser combinada entre os pais ou autorizada pelo Judiciário, com a adaptação do plano de convivência à nova distância.

  • Avaliamos o impacto da mudança na rotina dos filhos
  • Propomos um novo calendário viável para ambos
  • Quando não há acordo, buscamos a decisão judicial adequada

Na guarda, o objetivo não é vencer o outro genitor, e sim proteger os filhos.

— O advogado

Por que a experiência de cartório faz diferença

Antes de advogar, Augusto Castro passou 15 anos do outro lado do balcão: foi escrevente e tabelião substituto de cartório, analisando milhares de escrituras, inventários e registros. Foi ali que aprendeu, na prática, por que alguns procedimentos avançam sem sobressaltos — e por que outros ficam meses parados em exigências.

Essa vivência é aplicada hoje na advocacia: cada caso é conduzido com a precisão técnica de quem conhece por dentro cartórios, registros e o Judiciário, com a documentação organizada e as exigências previstas com antecedência. O advogado conduz pessoalmente cada caso, do primeiro contato à solução final, sem intermediários.

— O caminho a partir daqui

Como funciona o atendimento

01

Contato inicial

Você apresenta a situação pelo WhatsApp, formulário ou telefone. Retornamos com agilidade para entender o contexto e agendar a consulta.

02

Consulta e análise

Reunião presencial ou on-line para exame do caso e da documentação. Identificamos a via cabível — extrajudicial ou judicial — e o que falta organizar.

03

Estratégia e proposta

Você recebe um diagnóstico claro: caminhos possíveis, custos oficiais envolvidos, etapas previstas e proposta de honorários transparente.

04

Execução e acompanhamento

Definida a estratégia, conduzimos a mediação, o acordo ou a ação judicial, com atualizações regulares em cada etapa.

— Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre guarda e convivência

Guarda compartilhada significa que a criança mora metade do tempo com cada um?

Não necessariamente. Na guarda compartilhada, as decisões são conjuntas e o tempo de convívio é equilibrado, mas a criança costuma ter uma residência de referência.

Quem tem a guarda compartilhada precisa pagar pensão?

Sim, em regra. A guarda compartilhada não afasta a obrigação alimentar, que continua a ser definida pela necessidade dos filhos e pela possibilidade de cada genitor.

O filho pode escolher com quem quer morar?

A opinião da criança ou do adolescente é considerada, conforme sua idade e maturidade, mas a decisão final se baseia no seu melhor interesse, geralmente com apoio de estudo psicossocial.

O que fazer se o outro genitor não cumpre o acordo de convivência?

É possível pedir o cumprimento judicial, a aplicação de multa e, em casos reiterados, a revisão da guarda. Registrar as ocorrências é fundamental.

— Fale com o advogado

Construa uma convivência equilibrada para os seus filhos

Fale com o advogado e agende uma consulta. Você será atendido diretamente pelo advogado responsável, com clareza sobre caminhos, custos oficiais e próximos passos.

Falar com o advogado no WhatsApp

Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Rua João Cardoso de Siqueira Primo, 55 — Sl. 15, Vila Hélio, Mogi das Cruzes – SP.