— Direito de Família · Mogi das Cruzes e Alto Tietê

Pensão Alimentícia em Mogi das Cruzes

Fixar, aumentar, reduzir, encerrar ou cobrar a pensão: atuamos para quem paga e para quem recebe, buscando valores compatíveis com a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga.

— O problema

Pensão errada pesa para os dois lados

Uma pensão fixada abaixo do necessário compromete o sustento dos filhos. Uma pensão acima da capacidade de quem paga gera dívidas, execuções e até risco de prisão civil. E as circunstâncias mudam: emprego, renda, novos filhos, idade e despesas.

A lei permite que o valor seja revisto sempre que houver mudança na situação financeira de quem paga ou de quem recebe (art. 1.699 do Código Civil). O importante é agir com provas e pelo caminho correto.

— Os serviços

Como atuamos na pensão alimentícia

Cada caso tem uma ferramenta própria. Estas são as mais frequentes.

— 01

Fixação de alimentos

Definição do valor, com pedido de alimentos provisórios.

  • Filhos, ex-cônjuge ou ex-companheiro
  • Alimentos gravídicos durante a gestação
  • Acordo homologado ou ação judicial
— 02

Revisional

Aumento ou redução do valor já fixado.

  • Mudança de renda de quem paga
  • Novas despesas de quem recebe
  • Nascimento de outros filhos
— 03

Exoneração

Encerramento da obrigação alimentar.

  • Maioridade e conclusão dos estudos
  • Independência financeira do alimentando
  • A exoneração não é automática e exige decisão
— 04

Execução

Cobrança de pensões em atraso.

  • Rito da prisão civil para as três últimas prestações
  • Penhora de bens, salário e contas
  • Protesto e inclusão em cadastros de inadimplentes

Também atuamos na defesa de quem é executado, verificando pagamentos, valores e a possibilidade de acordo.

— Por onde começar

Documentos que ajudam no diagnóstico

Das partes

  • Documentos pessoais
  • Certidão de nascimento dos filhos
  • Decisão ou acordo que fixou a pensão

Da necessidade

  • Mensalidade escolar e material
  • Plano de saúde e despesas médicas
  • Moradia, alimentação e transporte

Da capacidade

  • Holerites e declaração de imposto de renda
  • Extratos bancários
  • Sinais exteriores de riqueza, quando houver

Não sabe a renda real de quem paga? Há meios judiciais para investigá-la, como ofícios a bancos e à Receita.

— Uma situação frequente

A renda mudou e a pensão ficou impagável

Perda de emprego, redução de salário ou nascimento de outro filho podem tornar a pensão incompatível com a realidade. Deixar de pagar por conta própria é o pior caminho: a dívida continua a crescer e pode levar à prisão civil.

  • Avaliamos a viabilidade da ação revisional
  • Propomos acordo sempre que possível
  • Buscamos ajustar o valor antes que a dívida se acumule

Pensão se revisa na Justiça, nunca por conta própria.

— O advogado

Por que a experiência de cartório faz diferença

Antes de advogar, Augusto Castro passou 15 anos do outro lado do balcão: foi escrevente e tabelião substituto de cartório, analisando milhares de escrituras, inventários e registros. Foi ali que aprendeu, na prática, por que alguns procedimentos avançam sem sobressaltos — e por que outros ficam meses parados em exigências.

Essa vivência é aplicada hoje na advocacia: cada caso é conduzido com a precisão técnica de quem conhece por dentro cartórios, registros e o Judiciário, com a documentação organizada e as exigências previstas com antecedência. O advogado conduz pessoalmente cada caso, do primeiro contato à solução final, sem intermediários.

— O caminho a partir daqui

Como funciona o atendimento

01

Contato inicial

Você apresenta a situação pelo WhatsApp, formulário ou telefone. Retornamos com agilidade para entender o contexto e agendar a consulta.

02

Consulta e análise

Reunião presencial ou on-line para exame do caso e da documentação. Identificamos a via cabível — extrajudicial ou judicial — e o que falta organizar.

03

Estratégia e proposta

Você recebe um diagnóstico claro: caminhos possíveis, custos oficiais envolvidos, etapas previstas e proposta de honorários transparente.

04

Execução e acompanhamento

Definida a estratégia, conduzimos o acordo ou a ação judicial, com atualizações regulares em cada etapa.

— Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre pensão alimentícia

Existe um percentual fixo de pensão, como 30% do salário?

Não. A lei não fixa percentual. O valor é definido pelo equilíbrio entre a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga. Os 30% são apenas uma referência usada na prática.

A pensão acaba automaticamente aos 18 anos?

Não. Segundo a Súmula 358 do STJ, a exoneração depende de decisão judicial, com oportunidade de manifestação do filho. A obrigação pode continuar enquanto ele estuda.

Quem não paga a pensão pode ser preso?

Sim. A prisão civil pode ser decretada pelo débito das três prestações anteriores ao ajuizamento e das que vencerem no curso do processo, por até três meses.

Os avós podem ser obrigados a pagar pensão?

Sim, de forma complementar ou subsidiária, quando os pais não têm condições de arcar com a obrigação (Súmula 596 do STJ).

— Fale com o advogado

Resolva a pensão alimentícia com equilíbrio e segurança

Fale com o advogado e agende uma consulta. Você será atendido diretamente pelo advogado responsável, com clareza sobre caminhos, custos oficiais e próximos passos.

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Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.
Rua João Cardoso de Siqueira Primo, 55 — Sl. 15, Vila Hélio, Mogi das Cruzes – SP.